quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Sofro de não te Ver


Sofro de não te ver,
de perder
os teus gestos leves, 
a tua fala
que o sorriso embala,
a tua alma
límpida, tão calma...

Sofro
de te perder,
durante dias que parecem meses,
durante meses que parecem anos...
Quem vem regar o meu jardim de enganos,
tratar das árvores de tenrinhos ramos?
Saúl Dias, in "Sangue (Inéditos)"

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